EGW Janeiro N.123 – Dissecando a Edição

Por Marcos Murad

É, o dia da caça chegou. Todo mês as revistas de games dissecam jogos, personagens e toda sorte de assunto relacionado a videogames, é este o trabalho delas, mas como diria o Juvenal “Quem vigia os vigilantes!” (achou que era original de Watchman? Se enganou). Assim a partir deste mês passamos a postar uma vivissecação (porque é para ser feita enquanto a revista ainda está nas bancas) de algumas das principais revistas de games do mercado brasileiro.

A honra (ou nem tanto) de ser a primeira cabe a nossa querida EGW Brasil, de tantas e tantas caminhadas lado a lado, desde que era ainda EGM Brasil. Como será que anda agora? Nosso avaliador do mês é Marcos Murad.

Antes de começar acho que é bom deixar claro que sim, eu sei que hoje em dia grande parte do conteúdo que se pode encontrar em uma revista impressa é facilmente encontrável também na internet, exceto em casos específicos como publicações científicas e afins, mas acho que foi por aqui mesmo que vi um tempo atrás alguém dizendo que dá mais valor quando uma revista tem um conteúdo que não pensamos em procurar na web, concordo com isso.
Também concordo que uma revista de games não pode simplesmente abandonar de vez os reviews e se focar em curiosidades ou entrevistas exclusivas, ou seja, o tal conteúdo que não pensaríamos em procurar pela net, mas há de se ter um certo equilíbrio.

Capa
Está lá, um cara bombadão, com cara de mau e pouco cabelo. A capa está no padrão atual, atraente para a enorme quantidade de leitores desta geração. Inovando no logo colocado (creio que pela primeira vez) em posição vertical e abrindo mais espaço para a arte.

Seção de cartas
Sei que parece esquisito avaliar uma seção como esta, mas dois pontos me chamaram a atenção. Primeiro: eles dão prêmios para a carta do mês. Isso é legal, sempre gostei de revistas que presenteavam seus leitores, pena que quando a minha carta foi escolhida como Carta do Mês na NW eu não ganhei nada, mas isso não vem ao caso, o importante é que isso chama a atenção e valoriza a revista sim e desde que o felizardo não seja Pedro Pires Guaraná, tá tudo legal (piada interna).

Outra coisa que me chamou a atenção foi a ultima carta (e-mail), do leitor Iago Ribeiro, que criticava a maneira como as resenhas são feitas. Sério, eu já li muitas revistas de games, quase todas nacionais é verdade, mas uma coisa que posso afirmar é que o máximo que se via de criticas eram coisas do tipo, “poucas páginas”, “muito Nintendo”, “baixem o preço”, etc e tal, e na maioria das vezes as respostas simplesmente botavam “panos quentes” e emendavam um “vamos tentar e bla bla bla”. É interessante ver que a revista se permite publicar as criticas de “verdade” sem medo de ser feliz.

Start – Polêmica em Soul Calibur V
Não que isso fosse importante, mas a matéria me levou a crer que seria comentada a tal polêmica, mas o autor simplesmente passou o texto todo dizendo que não se deve criar polêmica por causa disso, e convenhamos se numa imagem a legenda diz: “Até onde vai a sensualidade artística e o apelo puro e simples em um game”, é normal pensarmos que isso será discutido na matéria, mas não é o que ocorre. No fim das contas, acho que teria sido muito melhor se o texto trocasse de lugar como que está contido no box que é a opinião da convidada Paula Romano. Ela se saiu melhor ao tratar do assunto.

Start – A Ação dos Games no Cérebro
Mais uma matéria para provar que games não fazem mal à saúde e/ou não incitam a violência.
Eu já li sobre isso, você já leu sobre isso, minha mãe também e a vizinha do primo do amigo daquele seu colega de trabalho, mas sinceramente, isso nunca é demais, assim como outros meios de comunicação também nunca acham demais lançar estudos que “provem” o contrário. E quer saber, a matéria tá ótima, bem feita, como bons argumentos além de buscar outras fontes que corroboram com a pesquisa principal tema central. Prova definitiva que games não fazem mal? Talvez, ao menos até o próximo estudo que diga o contrário.

Start – Hugo Retrô Mania
Sério, quem diabos é esse Hugo? Já vi um monte de gente falar desse treco, que passava na tv, que a gente jogava pelo telefone (que não funcionava) e que era febre aqui no Brasil! Sério, onde?! Em que canal passava isso? Nunca vi!
Enfim, a matéria trata do novo game/app ou coisa assim (o texto não fala como o game funciona) do personagem e há uma pequena entrevista com Henrik Kolle, presidente da KREA Medie que deve ter alguma coisa a ver com o game. Nada muito espetacular, apenas aquela história de sempre: “estamos muito felizes como sucesso, vamos continuar trabalhando para atender os fãs e aguardem por novidades etc e tal”, pelo menos é melhor que entrevista com jogador de futebol!

Opinião – Listas sem sentido
Sou suspeito pra falar de Pablo Miyazawa, sou fã do cara e acompanhei boa parte do trabalho dele, principalmente na época que fazia parte da redação da Nintendo World, e mais uma vez adorei o seu texto, que aqui trata da necessidade (ou não) de listas de melhores do ano.

Previews – DmC – Devil May Cry
Antigamente, os previews em revistas tentavam passar a idéia que tudo que estava pra ser lançado seria espetacular, mesmo que tivéssemos certeza que poderia ser uma porcaria apocalíptica ou um game bem mééh mesmo, pelo menos era a idéia que passavam, mas não foi o caso aqui.
Com DmC o autor se limitou a fazer um pequeno resumo de tudo que vem se passando ao longo deste período conturbado de desenvolvimento do game, nada de novo, apenas informativo para os mais desavisados ou não tão ligados na franquia (como este que vos fala). A arte utilizada na matéria é bem legal!

Previews – Metal Gear Rising: Revengeance
Esse me confundiu um pouco, não sei ao certo onde fala do game que estava sendo feito pela Konami (ou a empresa lá do Kojima) e quando ele começa a falar do game que o pessoal da Platinum está desenvolvendo. Mas também explica o que está acontecendo para os mais desavisados: é um spin-off, o protagonista não seria o Snake, vai ser diferente do padrão habitual da série e os produtores prometem maravilhas, como sempre.

Previews – The Testament of Sherlock Holmes
Taí, nem sabia da existência desse jogo, já me informou a respeito, ponto positivo. Apesar de que não parece ser o tipo de game que eu gosto pelo que foi dito no preview. Nada a declarar de muito relevante aqui, o texto cumpre o seu papel informativo.

Previews – Game of Thrones/Alan Wake: American Nightmare
Mesma coisa do anterior, texto puramente informativo sem nada de muito chamativo, nem positivo ou negativo.

Às Compras em NY
Aquelas típicas matérias “era realmente necessário publicar isso?”.
Você termina de ler e diz: “tá, e aí?”. Da próxima coloquem o Amaury Jr. pra fazer a matéria que talvez faça mais sentido.

Top 10: Melhores Browser Games
Ah ok, vamos tirar isso do caminho, PC não é videogame, eu ainda tenho pesadelos com tópicos de moedas verdes e detesto Top’s, sobretudo quando minha aversão a tais listas se intensificou de maneira irremediável com aquele absurdo Top100 de todos os tempos da EGM BR nº1. Somando isso ao fato de que nunca cheguei perto de nenhum dos games citados, a matéria não tem qualquer relevância pra mim, portanto nem posso dizer se a lista é plausível ou não, se você curte esse tipo de jogo pode ser um prato cheio, afinal são dez games, que aparentemente se destacam nesse meio, organizadinhos com pequena sinopse e endereço pra jogar.

Troféu Abacaxi
Mais uma lista, que gostoso!!!
Os seis piores games de 2011 segundo a revista. Porque seis? Não tenho idéia também, geralmente o pessoal gosta de arredondar essas bagaças, top10, top15, top20 etc e tal, mas enfim não joguei nenhum dos games citados, apenas a demo do primeiro colocado. O pequeno texto começa com a frase “Este jogo ficou nada menos que 14 anos em desenvolvimento”, parei aí. E na boa, a novela chegou ao fim, o personagem manteve-se intocável e divertido como sempre foi e o mais importante, ele está vivo! Duke está vivo! Isso já basta para o selo de GOTY! Ele está vivo, o futuro é glorioso meus caros, alegrem-se!

WWE ’12
Cara, esse games são bacanas! Sério mesmo, nunca fui muito interessado por esse bagulho, mas meu primo aficionado por WWE (o evento de verdade) me fez jogar os games de PS2 e, é divertido pacas.
Não é bem um review, tá mais para um Preview especial + entrevista. Uma abordagem bem “por cima” do game e a pequena entrevista com um dos integrantes da WWE, Kofi Kingston. Lembra da entrevista com jogador de futebol que citei ali em cima? Então …

Nintendo 3DS vs. PlayStation Vita
Yeah! Um embate épico entre os principais (e únicos) portáteis do momento? Uma bela e direta abordagem dos pontos positivos e negativos dos aparelhos? E por fim o veredito absoluto, irrevogável e incontestável de qual será o melhor portátil nos próximos anos! Oh wait… Não teve isso não. É sempre assim, em cima do muro, ou quase, já que a matéria faz um bom apanhado dos pontos fortes e fracos de ambas as plataformas, cita declarações e ficha técnica, mas no fim a boa e velha diplomacia perdura, você é quem decide! Tá certo, nem tem porque se queimar com tão pouco, e no fim das contas, como bom nintendista que sou, já sei o resultado desse combate. 

Regnum Online
Os MMORPG tem a mesma influência na minha vida gamer quanto os browser games, ou seja, quase nula, mas isso é algo pessoal claro e novamente a matéria cumpre bem o seu papel informativo sobre o game, que já não é tão novo mas como acontece muito nesse meio, tem algumas novidades de tempos em tempos, nesse caso trata-se da melhoria gráfica, localização para português e a marca de um milhão de usuários. Ah o game é argentino, primeira vez que vejo falar de um game feito pelos hermanos. (tinha que ser a maravilha de um MMO mesmo)

Star Wars: The Old Republic
Eeeee MMORPG! Adooooogo! Brincadeira, não tenho nada contra, mas também nada a favor.
A matéria é bacana, sério mesmo, fala bastante da produção do game, conta um pouco do universo por trás do game e trás uma entrevista bem legal com o diretor de enredo do game, Daniel Erickson, além de uma lista completa (acho que está completa, não fui conferir) de todos os jogos já lançados sobre o universo de Star Wars.

Agora um detalhe me chamou a atenção, o game se passa realmente 3.500 anos antes do episódio 1 do cinema, como diz a matéria? Sério isso, Silvio? Porque dar um tom anterior de design ao Episódio 1 com relação ao Episódio 4 é até fácil, e foi até que bem feito nos filmes, principalmente com relação as naves, mas 3.500 anos é um pouco demais não é não?
Mas enfim, gostei da matéria, não se foca muito no game em si, mas no que foi feito durante sua produção, informações interessantes que eu certamente não teria interesse em pesquisar por aí

Resposta do Silvio: Sim meu amigo Murad, como profundo conhecedor do Universo Star Wars tenho que te dizer que para ter uma idéia, os Siths começam a se desenvolver a nada menos do que 100.000 anos atrás. A história de SW é riquíssima e os filmes e desenhos meramente arranham a ponta da casca dessa enorme árvore. Outro dia escrevo sobre isso. Até.

Max Payne 3
Aha! O game da capa! A volta de um personagem badass, em um game badass de uma produtora pra lá de badass! E eu aqui com a minha cara de “Who cares?!”
Sério, se tem um game que não me chamou a atenção esse ano é Max Payne 3. Joguei pouco os dois primeiros games porque eles simplesmente não me prenderam nem um pouco, talvez tenha jogado na época errada (foi a cerca de um ou dois anos atrás) mas como não joguei no seu lançamento não posso dizer que “envelheceu mal”.

Mas isso por outro lado é bom, assim não fico no hype e com isso não me decepciono se a matéria não suprir minha ávida necessidade por informação sobre o game. E é justamente isso que acontece, a matéria não trás nenhuma revelação fantástica, nenhuma curiosidade incrível e muito menos uma resenha detalhada sobre a demo que jogaram, afinal nada do que dissessem superaria assistir o video no YouTube mesmo.

Mas então a matéria é ruim? Não. Não tem nada de espetacular, mas tem um bom conteúdo informativo, principalmente para quem não está que nem rato na net mastigando qualquer pedaço de migalha sobre o assunto como eu . E como a própria matéria diz, mesmo não estando nem aí pro game, é inegável que o fato do jogo se passar aqui no Brasil chame a nossa atenção. Eu sinceramente estou com um pé atrás desse negócio de contextualizar o game, tenho certeza que vai ter muito brasileiro falando espanhol com sotaque gringo na bagaça, mas aparentemente, pelo que foi dito no texto, a Rockstar investiu bastante nesse aspecto e apesar de o próprio autor apontar um possível deslize com relação ao sotaque de um personagem, espero que esse investimento tenha sido suficiente e bem empregado.
Eu por exemplo não sabia que Pedro Bromfman estava participando da trilha sonora (já pensou escutar Tihuana no game? ahuahauhauahuah) e gostei de saber de alguns detalhes como o fato da Rockstar ter feito um belo trabalho em esconder os loadings no game. Acho que load time é uma das coisas mais desgraçadas que já aconteceu nos games.

A entrevista com o tal funcionário que não podem nomear (ahan) também está legal, e trás algumas informações legais também. Enfim, para alguém como eu que não tá dando um sapato furado pelo game, a matéria foi uma leitura interessante.

Reviews
Não vou citar game por game, mesmo porque tem um monte que eu nunca vi, e provavelmente nunca jogarei e a resenha sendo boa ou ruim daria na mesma pra mim, e como não tenho parâmetros para dizer se a avaliação foi justa ou não, não vou procurar julga-las. Mas alguns pontos são interessantes de serem comentados.

Lá no começo eu falei da mensagem do leitor Iago Ribeiro, criticando as resenhas malucas, e deu pra perceber perfeitamente a crítica dele.

O primeiro game avaliado é Zelda Skyward Sword. Uma rápida passada de olhos e percebe-se a nota (9,5) junto do selo Ouro de qualidade atribuído pela revista. Começo a ler imaginando que a avaliação será uma babação de ovo interminável (o que não deixa de plenamente justo e aceitável, afinal é Zelda) e o que se tem ao fim da leitura é justamente a sensação oposta. O texto leva a crer que o game não é isso tudo, cita muito mais pontos negativos que positivos, e então a gente fica com aquela cara de “WTF?” volta a olhar a nota pra ver se era realmente aquilo que tinha visto antes ou se por poderes mágicos ela mudou durante a leitura, mas não, está lá 9,5, e mais uma vez a cara de WTF?!

O mesmo pode-se dizer do game seguinte, Mario Kart 7, nota nove, mas depois de ler a avaliação você fica com a estranha sensação de que erraram na nota, e que ele deveria levar um 7,5, no máximo 8. Pelo menos é a sensação que o texto passa.

O inverso também ocorre, em FlatOut 3: Chaos & Destruction o game seguinte aparece com um 7,5, até que não é de todo ruim pensei eu, pois ele foi bem malhado internet afora, então leio a avaliação e começo a pensar se o game não poderia levar uns 8,5, ou até mais, pelo menos é o que o texto me leva a crer.

Mas enfim, esse negócio de nota sempre gera muita discussão mesmo, mas espero que eles de fato revejam a maneira como avaliam o game, tá meio confuso mesmo.

Os outros games avaliados na edição Worms Crazy Golf, Cartoon Network: Punch Time Explosion XL, Raving Rabbids: Alive & Kicking (nesse o cara parece não estar muito a par de party games, pois situações constrangedoras em alguns desses títulos já não são nenhuma novidade), Ferrari: The Race Experience, Arcania: Gothic 4 (esse eu achei que teve uma avaliação bem “em cima do muro”), Lego Harry Potter: Years 5-7 (versão 3DS), Sonic CD, Ultimate Marvel vs. Capcom 3 e Infinty Blade II. Este ultimo é interessante porque a sinopse apresentada mostra bem a idéia do game de celular: não precisa de história, enredo ou qualquer coisa do tipo mais elaborada, vai jogando aí que logo logo o busão chega”, mesmo que a avaliação em si mostre que a coisa não é bem assim rsrs.

Pra que hypear? – Viu que mudou?
Coluna de Lucas Patrício comentando esse bom momento que parece estar passando no mercado brasileiro, ainda é pouco todo mundo sabe, mas é inegável que as coisas estão mudando, como a própria coluna diz. A parte que ele cita como era difícil encontrar lojas que vendessem games originais no interior eu posso afirmar que é a mais pura verdade. E de fato a coisa tá mudando, minha cidade, por exemplo, já conta a mais ou menos uns três meses com uma (é, uma mesmo) loja que comercializa jogos originais, tá certo que eu fiquei com vontade de enfiar a mão na cara do vendedor quando me disse que God of War 3 custava 200 reais, mas aí é outra história, o fato que as coisas estão sim mudando.

Comparativos e Listas
Ranking de Reviews

Isso é até legal, típica informação que pode-se facilmente encontrar na web, mas está ali organizadinho com todas as notas dos games da edição de vários veículos de informação do meio. Podiam incluir notas de outras publicações nacionais, mas acho que se corre o risco de incentivar a curiosidade do leitor em conhecer essas outras revistas, e isso pode ser perigoso rsrs.

Próximos lançamentos
Tabelas com os games que serão lançados nos meses de Fevereiro e Março de 2012, com o dia, plataforma e publisher. Informação também facilmente encontrável na net, mas mesmo assim relevante o suficiente para estar numa publicação de games.

Os mais vendidos no Brasil
Isso eu achei legal, os games mais vendidos nos últimos dois meses em nove das principais lojas de games do país. É interessante como os itens são bem variados nas diferentes lojas.

Mercado – Objetos ocultos da Zynga
Essa matéria me apresentou a um novo estilo de game, o de Objetos Sociais Ocultos.


É … o que dizer? Ainda não captei direito a idéia, mas parece que alguma coisa do tipo “decore seu quarto” ou “adquira objetos para incrementar sua casa”. Passada a primeira impressão de “isso é sério mesmo?” me lembrei que eu gostos desse tipo de coisa, bom pelo menos eu gostava de Harvest Moon e mais recentemente Assassins Creed II, então …

Mercado – Dungeon Hunter III
Acho que é mais um MMORPG, que agora virou Freemium, e sim, foi aí que eu fui apresentado a essa palavra e também ao seu significado. Foi o que de melhor eu pude extrair da matéria. De toda forma é mais um MMORPG e acho que o mercado está ficando um pouco saturado com este estilo de jogo, a vantagem deste é ser Free.

CES 2012: O ano da infidelidade
André Forastieri comenta como as empresas estão se articulando para criarem uma rede interligando seus serviços e com isso tentar cercar seus usuários por todos os lados. Provavelmente o texto mais apocalíptico sobre o futuro próximo que já li sobre o assunto.
Tem também um Top5 com o que houve de melhor na feira, e depois de vê-lo muitos podem ficar com a impressão que a CES deve ser um troço chato pra cacete.

Humor – Gamesfoda – Fixação por Notas
A parte de humor da revista mistura um assunto até que relevante com tiradas engraçadinhas. Não é ruim não, concordo com muito do que foi dito e a parte de humor não é ruim não. Nada que tenha me feito gargalhar e perder o ar, mas também nada tão deprimente como já vi inúmeras vezes em publicações de games.

Conclusão
Eu confesso que esperava me arrepender de ter gasto os 12,90 que paguei na revista, mas isso não aconteceu. A revista ainda tem fôlego para se manter no mercado meio nas curvas da Highway. Vamos esperar para ver as concorrentes e ter um parâmetro para nossa comparação.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s